Boletim de notícias – Trevys FIDC

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Boletim de notícias – Trevys FIDC

By |2020-08-14T17:02:53-03:0014/08/2020|News|0 Comments

Empresários têm dificuldade para obter crédito durante a pandemia

Durante a pandemia, 39% das empresas brasileiras recorreram a apoio financeiro, segundo pesquisa da Boa Vista. Para 49% dos empresários, houve êxito na busca por crédito. Entre os que não conseguiram, os principais motivos alegados foram o desconhecimento dos programas do governo (24%) e exigências impostas (23%). Para 38% das empresas que adquiriram empréstimo, os recursos serão destinados para alavancar o capital de giro, enquanto 37% usarão os valores para pagamento de dívidas. O levantamento aponta ainda que 57% das empresas acreditam que levarão seis meses ou mais para a recuperação dos negócios.

 

Maioria dos deputados crê em aprovação de reforma tributária

Pesquisa da XP Investimentos revela que 56% dos deputados consideram que a reforma tributária tem chance de aprovação na Câmara e no Senado ainda neste ano. Segundo a XP, a maioria dos parlamentares (66%) é contra a criação de um imposto sobre pagamentos digitais, 66% são a favor da taxação de fortunas e 63% apoiam cobrança de Imposto de Renda maior para os mais ricos.

 

Varejo deixa de faturar R$ 286,4 bilhões em razão da pandemia

O comércio varejista brasileiro deixou de faturar R$ 286,4 bilhões em razão da crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus, de acordo com a CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo). O cálculo leva em conta o volume que deixou de ser vendido entre a segunda quinzena de março e o fim de julho.  Em junho, o varejo retornou ao patamar de vendas anterior à crise do covid-19, sustentado por pelos setores de material de construção, supermercados, móveis e eletrodomésticos. Com isso, a CNC melhorou suas projeções para as vendas do varejo em 2020, saindo de uma queda de 6,3% para um recuo de 4,7%.

 

Auxílio emergencial terá impacto de 2,5% do PIB

O impacto do auxílio emergencial de R$ 600 na economia será de 2,5% do PIB (Produto Interno Bruto) de 2019. A estimativa é da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), que considera que as regiões Norte e Nordeste serão as mais beneficiadas, levando em conta a proporção do PIB local.  Apesar de São Paulo ter tido o maior aporte em recursos do auxílio (quase R$ 30 bilhões), o estado deve ter um dos menores impactos na economia em relação ao PIB (1,3%).