Boletim de notícias – Trevys FIDC

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Boletim de notícias – Trevys FIDC

By |2020-09-08T10:45:27-03:0004/09/2020|News, Notícias|0 Comments

IBGE indica queda de 9,7% no PIB no segundo trimestre

O IBGE divulgou nesta semana os resultados do PIB registrado no Brasil no segundo trimestre: em meio ao crescimento do coronavírus no país, houve queda de 9,7% em relação aos três meses anteriores. É o pior resultado da história, com o PIB retornando ao patamar do final de 2009. O segundo trimestre derrubou a economia de quase todos os países, com quedas entre 3% e 20%. O Reino Unido, por exemplo, teve recuo de 20,4%. A exceção foi a China, que registrou crescimento de 11,5%, após forte tombo no início do ano.

Balança comercial registra superávit recorde em agosto

O Brasil exportou US$ 6,609 bilhões a mais do que importou em agosto, o melhor resultado para o mês desde o início da série histórica, em 1989. O país vendeu US$ 17,741 bilhões para o exterior (recuo de 5,5% em relação ao mesmo mês do ano passado), mas as importações caíram ainda mais, somando US$ 11,133 bilhões (redução de 25,1%). Com os resultados, a balança comercial acumula superávit de US$ 36,594 bilhões nos oito primeiros meses do ano, o terceiro melhor da história.

Produção industrial cresce pelo terceiro mês seguido

A produção industrial brasileira cresceu 8% em julho, na comparação com o mês anterior. É a terceira alta consecutiva registrada pelo IBGE, que divulgou os dados ontem (3). Mesmo assim, o bom desempenho não foi suficiente para eliminar as perdas acumuladas em março e abril – a indústria permanece 6% abaixo do nível de fevereiro. No acumulado no ano, a perda é de 9,6%.

Governo prevê rombo de R$ 233,6 bilhões em 2021

O Ministério da Economia estima um déficit de R$ 233,6 bilhões no próximo ano. A projeção faz parte da proposta de orçamento encaminhada ao Congresso nesta semana. Apesar das despesas continuarem limitadas ao teto de gastos, o governo flexibilizou a meta fiscal.  Neste ano, com a recessão econômica gerada pela pandemia, o rombo nas contas do governo está estimado em R$ 800 bilhões.