Boletim de notícias – Trevys FIDC

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Boletim de notícias – Trevys FIDC

By |2020-12-18T17:28:20-03:0018/12/2020|News|0 Comments

Governo prevê crescimento no PIB e inflação controlada em 2021

O governo federal divulgou nesta semana suas projeções para o PIB, a inflação, a taxa Selic e o câmbio para os próximos anos. Segundo a equipe econômica, o PIB deverá crescer 3,2% em 2021, enquanto que em 2022 reduzirá seu ritmo de expansão para 2,5%. Já a inflação, deverá ficar em 3,2% em 2021 e em 3,5% no ano seguinte. O governo contempla também uma elevação da Selic. A taxa média do ano deverá ficar em 2,1%, e em 2022, subir para 2,7%. Em relação ao câmbio, a estimativa é que o dólar continue acima de R$ 5 (R$ 5,3 em 2021 e R$ 5,1 em 2022).

 

Brasileiros acreditam que recuperação da economia não virá em 2021

Dois em cada três brasileiros acreditam que o tempo de recuperação da economia brasileira vai passar de um ano. Segundo pesquisa da Confederação Nacional da Indústria, 35% das pessoas pretendem reduzir o nível de consumo de bens e serviços em 2021, na comparação com o período pré-pandemia, e 41% devem manter. Roupas, acessórios, bolsas e calçados, devem registrar uma retomada de vendas em 2021. Um em cada quatro entrevistados diz que comprará mais esses produtos no próximo ano.

 

Déficit primário deve atingir R$ 247,1 bilhões no ano que vem

Em nova projeção do orçamento de 2021, o governo prevê um déficit de R$ 247,1 bilhões para o próximo ano. Em 2020, o rombo nas contas públicas deve ficar próximo de 900 bilhões de reais. A projeção leva em consideração as amarras fiscais do governo, como o teto de gastos e a regra de ouro, não considerando novos gastos em relação à pandemia, nem a criação de um programa que possa suceder o auxílio emergencial.

 

PIB da construção civil deve subir 4%

Após um tombo estimado de 2,8% neste ano, por conta dos efeitos da pandemia do novo coronavírus, o PIB da construção civil deve registrar um crescimento de 4%, segundo estimativa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção. A alta seria a maior em oito anos.